A informação, divulgada pelo Metrópoles na quarta-feira, 6, reforça tese que foi defendida internamento no partido por lideranças maranhenses.
A avaliação de integrantes petistas é de que o cenário local exige cautela para evitar indisposições com Brandão, considerado historicamente alinhado ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ao campo político do PT. Com isso, a legenda pretende manter espaço para articulações paralelas com aliados do governador durante o processo eleitoral.
De acordo com a publicação, outro fator que pesa na construção da estratégia é a ausência de agendas previstas de Lula no Maranhão durante a campanha eleitoral. Sem a presença do presidente no estado, setores do PT entendem que será necessário ampliar a margem de negociação política para fortalecer alianças regionais e garantir competitividade na disputa pelo Palácio dos Leões.
O movimento também deixaria candidatos ligados ao partido mais livres para firmar acordos políticos com a ala ligada a Brandão, especialmente pré-candidatos que já iniciaram articulações em diferentes regiões do estado.
