
A 7ª Zona Eleitoral está concluindo os preparativos logísticos e operacionais para a votação.
Em entrevista ao jornalista Acélio Trindade, o chefe do cartório eleitoral, Ivo Pinheiro Bento, detalhou as medidas de auditoria em campo, a estrutura de suporte e a estratégia para agilizar a apuração na zona rural.
CHECAGEM PREVENTIVA
A checagem preventiva dos equipamentos segue rito oficial pré-estabelecido.
“Tudo isso é para dar a maior segurança possível ao eleitor, a eleitora. Esse procedimento ele é previsto em edital publicado para que fique registrado que vai um técnico colaborador nosso para verificar as condições da urna eletrônica”, afirmou o chefe de cartório.
Durante a fiscalização, as equipes testam a inicialização, a impressão de relatórios e a alimentação energética das unidades.
“Verifica se ela está num local de votação correto, se está desligando de forma correta e se está imprimindo. A gente consegue imprimir um extrato da urna e verifica se está tudo ok. Porque pode dar um problema na bobina, por exemplo, e aí o técnico já vai lá e conserta esse problema. Segurança total”, reforçou Bento.
Números do pleito
A circunscrição conta com 82.594 eleitores aptos a votar, distribuídos em 273 seções eleitorais com urnas eletrônicas em funcionamento.
Para cobrir eventuais falhas operacionais ou pane em equipamentos durante a votação, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) disponibilizou um plano de contingência regional.
“Nós temos 16 urnas de contingência e em Timbaúba [Timbiras] nós temos cinco urnas, totalizando 21 urnas de contingência. É um número razoável”, explicou Bento. “Caso seja necessário utilizar todas essas urnas e mais algumas, ainda a gente tem um plano B, que é ir no polo de Caxias e pegar mais urnas eletrônicas de contingência durante a votação. Mas a gente acredita que esse quantitativo que o TRE organized supre a nossa necessidade”, disse
Agilidade na apuração rural
Para evitar demoras no transporte físico das mídias de votação até a sede do cartório, a Justiça Eleitoral instalou pontos avançados de transmissão de dados via rede em localidades estratégicas do interior.
As mídias das urnas de povoados vizinhos serão consolidadas nesses núcleos e enviadas diretamente ao sistema do TRE.
“Teremos pontos de transmissão no Povoado Cajazeiras, Monte Cristo e Palmeira do Norte. Nesses três povoados teremos transmissão do resultado da eleição”, pontuou Ivo Pinheiro Bento.
A logística de recepção dos dados rurais funcionará de forma integrada.
“As mídias vão chegar nesses postos de transmissão de povoados próximos e vai ser feita a transmissão lá. Por exemplo, Palmeira do Norte vai transmitir de Santana do Machado e Monte Cristo vai transmitir de Livramento, para agilizar a transmissão”, concluiu.
com informações,blog do Acelio trindade