
O salário mínimo deve subir dos atuais R$ 1.320 para, pelo menos, 1.412 a partir de janeiro, de acordo com a nova regra de correção do piso nacional. O aumento corresponde a um reajuste de 6,97%, ou R$ 92. No entanto, no projeto da Lei Orçamentária para 2024, o governo estimou o percentual de aumento em 7,65%, o que elevaria o mínimo para R$ 1.421.
A regra de reajuste foi estabelecida em agosto passado, quando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou lei que restabelece a política de valorização do salário mínimo. O cálculo deve levar em conta a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) até novembro do ano anterior à vigência do novo mínimo mais o percentual de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de dois anos antes.
O INPC, que mede a inflação de famílias com renda de até cinco salários mínimos por mês (R$ 6.600 atualmente), foi divulgado nesta terça-feira (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em novembro, o indicador subiu 0,10%, acumulando alta de 3,14% no ano e de 3,85% em 12 meses — esse último número é o que entra na fórmula de reajuste. Já o PIB de 2022 cresceu 2,9%. Com base nesses parâmetros, o economista-chefe da Warren investimentos, Felipe Salto, calculou o valor que o salário mínimo pode ter a partir de janeiro.
O governo, porém, não é obrigado a seguir estritamente a regra, caso queira conceder um aumento maior. Foi o que aconteceu neste ano, por exemplo — os R$ 1.320 que foram definidos ficaram além do que determinava a regra então em vigor. Assim, pode chancelar o valor de R$ 1.421 que consta da proposta de Orçamento.
O valor do salário mínimo também é o piso de benefícios previdenciários e assistenciais pagos pelo INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), incluindo o Benefício de Prestação Continuada (BPC), voltado para idosos e pessoas de baixíssima renda sem amparo familiar. Ele serve de base, ainda, para outros indicadores econômicos e pagamentos previstos em lei. Entre eles, estão o abono do Pis/Pasep, pago uma vez por ano a trabalhadores formalizados com ganho de até dois salários mínimos mensais, e o seguro-desemprego.
* Com informações do Correio Braziliense







O deputado estadual Francisco Nagib e o empresário timbirense João dos Plásticos estão disponibilizando nesta terça-feira (12), triagens para o mutirão de cirurgias de catarata e pterígio no município de Timbiras, que acontecerá no Hospital Regional de Timbiras, como parte das do programa “Saúde em Ação”. Centenas de procedimentos estão sendo realizados, atendendo uma grande parcela da população local.
A iniciativa tem o apoio do governador Carlos Brandão (PSB), que destinou recursos para a realização dos procedimentos cirúrgicos. O deputado estadual Francisco Nagib também tem importante participação na ação de saúde pública, pois destinou uma emenda parlamentar para a realização das cirurgias.
Uma estrutura clínica, com todo o cuidado técnico, com equipe coordenada pelo administrador hospitalar e farmacêutico-bioquímico Antônio Braúna, está montada e equipada para atender à população, e acontece na residência do cidadão timbirense João dos Plásticos, localizada no Bairro Olaria, em Timbiras. O *Blog do Professor Gil* esteve presente no local e constatou a excelente organização da triagem, desde a recepção até as consultas realizadas pelos três (3) médicos oftalmologistas, especialistas em saúde dos olhos.
“Agradeço ao nosso deputado Nagib e a sensibilidade do governador Carlos Brandão, que liberou com agilidade os recursos necessários para a realização do programa ‘Saúde em Ação’. A iniciativa vai trazer novos olhares para Timbiras”, finalizou João dos Plásticos.



