
Cresce a cada dia nos bastidores a possibilidade do vice-governador eleito do Maranhão, Felipe Camarão (PT), retornar ao comando da Secretaria de Educação (SEDUC).
Na quarta-feira (28), ao lado do também competente ex-secretário de Cultura do Maranhão, Anderson Lindoso (PT), Camarão se reuniu com o governador Carlos Brandão (PSB), e ambos destacaram que a “prioridade será sempre o povo do Maranhão”.
No entanto, a informação, extra-oficial, é que a reunião serviu também para definir o retorno de Camarão para a SEDUC, tendo como secretário-adjunto Anderson Lindoso, nos próximos anos.
A informação caso seja confirmada em fevereiro de 2023, quando Brandão anunciará uma reforma na sua equipe, será uma decisão justa e mais do que acertada.
Brandão terá na SEDUC o melhor gestor que passou pela pasta durante anos, principal responsável pelo “Escola Digna”, que foi o ponto alto do Governo Dino/Brandão, com destaque inclusive nacional.
Além disso, a ida de Camarão para a SEDUC abre espaço para o PT e com um dos seus melhores quadros.
Também é importante destacar que a decisão de Felipe Camarão de abrir mão da candidatura ao Governo do Maranhão, já que era pré-candidato, e aceitar ser candidato a vice de Brandão, além de demonstrar sua lealdade ao seu grupo político, Camarão garantiu o PT e Luiz Inácio Lula da Silva no palanque de Brandão.
A decisão de Camarão garantiu ainda uma chapa com mescla perfeita, entre a experiência política de um, com a juventude e chancela de excelente gestor de outro. Sem esquecer que garantiu a Brandão um vice de peso, disparado o melhor entre todos nas eleições deste ano.
Por fim, e não menos importante, Brandão não pode e nem deve repetir o erro de Flávio Dino, que não “explorou” mais e melhor o seu vice-governador, no caso o próprio Brandão.
Até mesmo porque Felipe Camarão deve seguir os mesmos passos de Brandão e daqui a quatro anos, mais precisamente em abril de 2026, se tornar o próximo governador do Maranhão.
FONTE: Jorge Aragão