O governador do Maranhão, Carlos Brandão, esteve em Brasília nos últimos dias em uma agenda marcada por articulações políticas estratégicas visando o cenário eleitoral de 2026. Segundo apurações, o movimento teve como principal objetivo reorganizar o posicionamento de seu grupo dentro do partido e evitar um alinhamento antecipado em torno do nome do vice-governador Felipe Camarão.
Nos bastidores, a avaliação é de que Brandão conseguiu construir um ambiente de maior cautela dentro da legenda, evitando uma definição imediata e garantindo mais tempo para consolidar seu próprio projeto político. A estratégia passa por fortalecer a viabilidade do nome de Orleans Brandão como nome competitivo para a disputa estadual.
Aliados do governador destacam que o adiamento de uma decisão formal permite ampliar o diálogo com diferentes setores políticos, além de avaliar com mais precisão o cenário eleitoral nos próximos meses. A leitura é de que, com mais tempo, será possível apresentar Orleans como uma opção de continuidade administrativa e política, associada à atual gestão.
Por outro lado, o movimento também evidencia a disputa interna por protagonismo dentro do grupo governista, com diferentes correntes defendendo caminhos distintos para 2026. A ida a Brasília, nesse contexto, reforça o papel de Brandão como articulador central, buscando manter a unidade política enquanto constrói as condições para influenciar a escolha do candidato.
O estado do Maranhão contabilizou 69.796 processos judiciais relacionados à violência doméstica e familiar contra a mulher entre 2016 e 2026, conforme levantamento realizado pela Predictus, empresa especializada em dados judiciais. Embora o volume absoluto seja expressivo, a análise proporcional revela que o estado possui uma das menores taxas do país, com 969,4 processos por 100 mil habitantes.
Esse índice, no entanto, pode não refletir uma menor incidência de crimes, mas sim graves dificuldades de acesso ao sistema de Justiça por parte das vítimas.
O cenário coloca o Maranhão em uma posição distante de unidades federativas como o Distrito Federal, onde a taxa supera 11 mil processos por 100 mil habitantes. Para Hendrik Eichler, fundador da Predictus, essa discrepância evidencia falhas na estrutura institucional, sugerindo que a baixa taxa decorre da dificuldade em transformar episódios de violência em registros formais.
Fatores como a carência de delegacias especializadas, barreiras socioeconômicas e as longas distâncias entre os municípios e as sedes judiciais contribuem para o silenciamento desses casos.
Essa realidade reforça um padrão nacional de desigualdade no enfrentamento à violência de gênero. Em regiões com infraestrutura estatal limitada, a maior parte dos crimes sequer chega ao conhecimento das autoridades.
Estimativas indicam que menos de 10% dos casos de violência doméstica no Brasil são efetivamente judicializados, o que demonstra que os dados oficiais representam apenas uma fração de uma realidade muito mais complexa e grave no território maranhense.
O Poder Judiciário, por meio da 1ª Vara da Comarca de Coroatá, realizou uma série de júris, nas datas de 6,7,10,14 e 16 de abril, todas presididas pela juíza Anelise Reginato, titular da unidade judicial. Na primeira sessão da pauta, o réu foi Bruno Santos de Jesus, acusado de ter matado Cícero Costa Ferreira, fato ocorrido em 3 de outubro de 2021, no povoado Pau de Estopa, localidade da zona rural de Coroatá. Ao final da sessão, o Conselho de Sentença, por maioria de votos, não reconheceu a autoria e Bruno foi absolvido.
Sobre o caso, consta na denúncia que a vítima se encontrava em um bar, quando discutiu com um rapaz identificado como Laércio. Os dois passaram a trocar ameaças e saíram do estabelecimento, prometendo voltar armados. Após, segundo os fatos narrados no boletim de ocorrência, Laércio teria retornado, acompanhado do denunciado Bruno e outro homem, identificado como Reno. Cícero foi atingido por golpes de faca e por tiros. Após investigações, a polícia descobriu que já havia desentendimento anterior entre os homens e a vítima.
Na segunda sessão, realizada no dia 7, os réus foram João Vitor dos Santos Salazar e Diego Pereira da Silva. Eles estavam sendo julgados sob acusação de terem tentado matar Carlos Eduardo Ferreira Alvim, em 24 de março de 2023. De acordo com o depoimento da companheira da vítima, eles estavam em casa, dormindo, quando alguém chegou e perguntou por uma arma. Carlos Eduardo teria entregue o revólver para a pessoa. De repente, a testemunha afirmou ter ouvido um disparo, encontrando o companheiro ferido no rosto. A vítima reconheceu os denunciados como sendo os autores do delito. No julgamento, o Conselho de Sentença não reconheceu a autoria e absolveu os réus.
Na terceira sessão, ocorrida no dia 10, foi julgado o réu Antônio José de Sousa Brito, acusado de ter tentado matar Paulo Vitoriano da Silva, seu padrasto. Conforme a denúncia, os fatos ocorreram no povoado Limoeiro, localidade da zona rural de Coroatá. Foi averiguado que o denunciado teria chegado na casa de sua mãe embriagado e estava lavando louça na pia, instante em que seu padrasto entrou. O denunciado teria largado o que estava fazendo, se armado com uma faca, e atingido Paulo. A mãe do denunciado, tentando impedir algo mais grave, também foi lesionada com um corte no dedo. Antônio José recebeu a pena definitiva de oito anos de prisão, podendo recorrer em liberdade.
CASO DE REPERCUSSÃO (MARCOS SALAZAR)
Marcos Santana Ramos Salazar
O caso julgado no dia 14 de abril foi de grande repercussão em Coroatá. Constou na denúncia que, em 29 de maio de 2024, foi achado o cadáver de Marcos Santana Ramos Salazar. O corpo foi encontrado em uma quitinete, amarrado e amordaçado, e com marca de dois golpes na região do pescoço. Ele era gerente de uma rede de farmácia na cidade.
O corpo foi encontrado por funcionários do estabelecimento, que sentiram a ausência da vítima no serviço e foram ao local onde Marcos morava.
Em investigação, a polícia descobriu que um casal do quarto vizinho havia desaparecido sem prestar contas à proprietária. Os suspeitos eram a ré Maria Carmem Ferreira Silva e um menor de idade. Após diligências, a polícia encontrou o menor em conflito com a lei. Ele estava portando o aparelho celular da vítima, tendo confessado a participação na infração, dizendo que Maria Carmem teria sido a autora das perfurações no pescoço da vítima, indicando que guardou a arma do crime.
Maria Carmem foi presa dias depois, na cidade de Grajaú. No julgamento, o Conselho de Sentença decidiu pela condenação da ré, que recebeu a pena definitiva de 13 anos de reclusão.
FALTARAM PROVAS
A última sessão de julgamento, realizada no dia 16, apresentou como réus Marcelo Mesquita Martins Filho, Mayron Marcelo Costa Martins e Pedro Alves da Silva Filho, acusados de crimes de homicídio e tentativa de homicídio. Foi apurado que, em 27 de março de 2020, os denunciados teriam matado as vítimas Antônio Lopes de Almeida e Daniel da Conceição Almeida, e tentado matar Francisca Lopes da Conceição e Anaelly Ferreira dos Santos.
Foi apurado que Mayron e Pedro, ambos portando armas de fogo, chegaram à residência das vítimas identificando-se como policiais, teriam entrado na casa e efetuaram vários disparos de arma de fogo, causando a morte de Antônio Lopes de Almeida e Daniel da Conceição Almeida e a tentativa de homicídio de Francisca Lopes da Conceição e Anaelly Ferreira dos Santos. O motivo dos crimes teria sido vingança.
“Após a decisão do Conselho de Sentença, julgo improcedentes os pedidos constantes na denúncia para o fim de absolver os réus Marcelo Mesquita Martins Filho, Mayron Marcelo Costa Martins e Pedro Alves da Silva Filho quanto aos crimes cometidos contra as vítimas Antônio Lopes de Almeida, Daniel da Conceição Almeida, Francisca Lopes da Conceição e Anaelly Ferreira dos Santos (…) Ordeno que cessem eventuais medidas cautelares e provisoriamente aplicadas aos réus em relação aos fatos descritos na denúncia, devendo eles serem colocados imediatamente em liberdade, se por outro motivo não estiverem presos”, finalizou a juíza na sentença.
Assessoria de Comunicação
Corregedoria Geral da Justiça
O governador Carlos Brandão reforçou as novas medidas anunciadas ao alívio financeiro da população maranhense, entre elas a isenção automática do IPVA para motocicletas de até 170 cilindradas e a possibilidade de isenção do licenciamento anual. A iniciativa deve beneficiar mais de 600 mil trabalhadores em todo o estado.
Para ter acesso ao licenciamento, o veículo deve ser movido a combustão interna, estar registrado no Maranhão. Além disso, o proprietário precisa possuir habilitação na categoria A ou combinada e não ter cometido infrações de trânsito no ano de 2025.
Brandão também lembrou da prorrogação, até o dia 30 de abril, do prazo para adesão ao Refis do ICMS. O programa oferece descontos de até 95% em juros e multas para contribuintes que desejam regularizar débitos fiscais.
Outro ponto destacado pelo governador foi o impacto das medidas tributárias adotadas pelo Estado sobre o custo de vida da população. Segundo dados do Dieese, São Luís registrou, em março de 2026, o menor aumento da cesta básica entre as capitais brasileiras. O resultado é atribuído à redução do ICMS sobre produtos da cesta básica, que caiu de 12% para 8% em janeiro de 2025.
“Essas ações são fruto de um trabalho sério para aliviar o bolso de quem mais precisa”, disse Brandão em vídeo publicado nas redes sociais.
As iniciativas reforçam a política do Governo do Maranhão de incentivo à economia, apoio aos trabalhadores e fortalecimento do poder de compra das famílias maranhenses.
O Maranhão é o estado com menor presença de carros e máquinas de lavar roupas nos domicílios, segundo dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) Contínua 2025, divulgados recentemente.
De acordo com o levantamento, apenas 23,1% dos lares maranhenses possuem carro, índice bem abaixo da média nacional, de 49,1%. Já a máquina de lavar está presente em 33,4% dos domicílios, também a menor taxa do país, enquanto a média nacional chega a 72,1%.
(Foto: Reprodução/IBGE/Redes Sociais)
No cenário oposto, o estado de Santa Catarina apresenta os maiores índices, com 74,2% dos lares com carro e 95,2% com máquina de lavar.
A pesquisa também aponta que a geladeira está presente em 98,4% dos domicílios brasileiros, sendo um dos itens mais difundidos no país. Por outro lado, a máquina de lavar ainda não é realidade para todos, principalmente na região Nordeste, onde os índices seguem abaixo da média nacional.
Em relação aos veículos, o carro está presente em cerca de metade dos lares brasileiros, com maior concentração na região Sul. Já a motocicleta é mais comum no Norte e Nordeste, sendo o único caso em que aparece em mais domicílios do que o carro nessas regiões.
A Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Segurança Alimentar, realizou nesta quarta-feira (22) mais uma etapa do programa “A Casa é Sua”, beneficiando 1.000 famílias de diversos bairros da cidade. Esta foi a primeira entrega de 2026 e integra a programação comemorativa pelos 130 anos do município.
Foram contemplados moradores dos bairros São Benedito, São Francisco, Cidade Nova, Santo Antônio, Codó Novo, Santa Terezinha e Nova Jerusalém. A solenidade aconteceu no Clube FC Show e reuniu autoridades municipais, lideranças políticas e os beneficiários do programa.
Estiveram presentes o prefeito Chiquinho FC, o deputado estadual Francisco Nagib, a coordenadora-geral do programa, Ana Lúcia Santos, o tabelião Acy Brandão, além de membros da Comissão de Regularização Fundiária Urbana (REURB).
Considerado a maior iniciativa de regularização fundiária da história de Codó, o programa “A Casa é Sua” tem como objetivo garantir o direito à moradia, promover a valorização dos imóveis e assegurar mais estabilidade às famílias que viviam em áreas sem documentação legal.
Com a entrega dos títulos definitivos, os moradores passam a ser reconhecidos legalmente como proprietários de seus imóveis. Isso possibilita o acesso a linhas de crédito, investimentos em melhorias habitacionais e maior segurança para planejar o futuro.
A ação conta com o apoio da Fundação de Apoio ao Desenvolvimento da Extensão, Pesquisa, Ensino Profissionalizante e Tecnológico (FADEX), por meio de recursos do programa federal Novo PAC – Periferia Viva, atendendo diretamente os bairros contemplados nesta etapa.
Um dos destaques da iniciativa é que os beneficiários já receberam seus títulos devidamente registrados em cartório durante a própria solenidade, sem custos. Todos os trâmites burocráticos foram custeados pela gestão municipal, garantindo mais agilidade e acessibilidade ao processo.
Além das famílias, algumas entidades também foram contempladas com a regularização de seus espaços, como o Campo do Vasco, Campo da Jamaica, a Associação de Proteção de Animais de Codó e o Ministério Apostólico Geração de Cristo.
Durante o evento, o prefeito Chiquinho FC ressaltou o impacto social da ação. “Fizemos a entrega de 1.000 títulos de propriedade para que as pessoas possam dar o seu grito de independência de estarem no lar que é seu. Muitas dessas famílias viviam na insegurança de estar em um terreno sem escritura e chegaram a sofrer ameaças. Hoje, temos a satisfação de promover segurança, cidadania e garantir direitos”, afirmou.
A regularização fundiária é considerada uma política pública essencial para melhorar a qualidade de vida da população e contribuir para o desenvolvimento urbano ordenado. Segundo a Comissão de Regularização Fundiária Urbana (REURB), a meta da gestão é entregar 20 mil títulos de propriedade até o fim do mandato.
A iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura de Codó com a promoção da moradia digna, segurança jurídica e inclusão social, representando um avanço significativo para o desenvolvimento da cidade.
O governador do Maranhão, Carlos Brandão (sem partido) deu, nos últimos 20 dias, demonstrações de como deve tocar sua gestão até o fim do ano.
Desde que optou por oficializar sua permanência no cargo, no dia 4 de abril – abdicando de uma quase certa eleição para o Senado -, o chefe do Executivo estadual manteve o ritmo da sua agenda administrativa, enquanto segue tratando corriqueiramente com a classe política.
Como faz, aliás, desde que era ainda vice-governador.
O equilíbrio entre o Brandão político e o gestor, por sinal, tem chamado a atenção não apenas de governistas, como de adversários – que, não por acaso, proferem ataques quase diários ao governo e ao seu comandante.
O trato com os aliados, no entanto, tem sido uma espécie de escudo contra os oposicionistas.
Em tese, ao escolher permanecer no governo, Brandão deveria estar enfraquecido. “Rei morto, rei posto”, diz o ditado popular. Ao menos era isso o que esperavam, sobretudo, os dinistas: um “rei morto”, vendo o fim do mandato se aproximar, sua influência esvair-se e seu pré-candidato, Orleans Brandão (MDB), patinar.
Não é o que tem acontecido.
Na Assembleia Legislativa, por exemplo, palco dos principais ataques disparados pela oposição, o governador mantém em sua base, e com apoio fechado a Orleans, nada menos que 34 deputados – de 42 no total.
Entre os prefeitos pelo Maranhão, o número chega perto dos 200, de um universo de 217.
O segredo? Brandão ainda guarda consigo uma das principais características de um bom político: o diálogo e a palavra.
Diz-se que, em política, não se assinam contratos. Antes, estes são firmados com palavras e apertos de mãos. Saber honrar compromissos é, talvez, a principal virtude de um homem público.
Essa é uma máxima secular, verdadeira pedra fundamental desta arte.
E, aparentemente, a classe política maranhense tem reconhecido isso em Brandão,
A Prefeitura de Codó, por meio da Secretaria Municipal de Cultura e Turismo, realizou uma cerimônia oficial para a posse dos novos membros do Conselho Municipal de Cultura. O evento aconteceu no salão nobre da sede administrativa do município e reuniu autoridades, representantes da sociedade civil e agentes culturais.
Estiveram presentes na solenidade, o prefeito Chiquinho FC (PT), o secretário municipal de Cultura Luís Claudino, autoridades municipais, artistas, produtores culturais, fazedores de cultura e demais representantes do setor, além dos conselheiros titulares e suplentes que foram oficialmente empossados.
O Conselho Municipal de Cultura é um importante espaço de participação democrática, composto por representantes do poder público e da sociedade civil. Sua principal função é discutir, propor e acompanhar as políticas culturais do município, contribuindo diretamente para o fortalecimento da cultura local e a valorização dos diversos segmentos culturais presentes na comunidade.
Durante a cerimônia, foi realizada a leitura oficial da Portaria nº 0955/2026, que formaliza a nomeação dos novos membros do conselho. Os conselheiros representam diferentes áreas e expressões culturais, garantindo pluralidade e representatividade nas discussões e decisões.
A atuação do conselho é considerada fundamental para assegurar maior transparência nas ações culturais, além de promover o diálogo entre gestão pública e sociedade. A iniciativa reforça o compromisso da administração municipal com o desenvolvimento cultural de Codó e com a participação ativa da população na construção de políticas públicas para o setor.
Assessoria de Comunicação
Prefeitura Municipal de Codó
Alunos do curso de Zootecnia do FAEMA/SENAR/SINCODÓ participaram de uma aula prática das disciplinas Sistemas de Produção Animal e Produção e Manejo Animal, realizada durante uma visita técnica à Fazenda 10 Irmãos, em Codó. A atividade contou com o acompanhamento do presidente do Sindicato dos Produtores Rurais de Codó (SINCODÓ), Iedo Barros, que destacou a importância do contato direto dos estudantes com a realidade do campo.
De acordo com Iedo Barros, a experiência foi bastante positiva e marcou importante participação acompanhando uma visita técnica do curso. “Foi a primeira vez que participei de uma visita técnica com a turma de Zootecnia. Foi uma ocasião muito especial, um momento muito bacana, onde pudemos acompanhar de perto como funciona essa dinâmica com os alunos em atividades presenciais em propriedades rurais e foi uma experiencia muito interessante e produtiva”, relatou.
Experiência produtiva na Fazenda 10 Irmãos
Durante a atividade, os estudantes puderam conhecer na prática diferentes sistemas de produção desenvolvidos na propriedade rural. A Fazenda 10 Irmãos trabalha com diversas áreas da produção animal, o que proporcionou uma experiência completa para os futuros profissionais. “O amigo Pedro Belo, que é um dos produtores da fazenda, trabalha com várias atividades, como pecuária de corte, pecuária leiteira, criação de suínos, de equinos,criação de aves, piscicultura, além da criação de caprinos e ovinos. Isso tornou a visita muito proveitosa e serviu como um grande reforço para o aprendizado dos alunos”, explicou Iedo Barros.
A visita também contou com a participação de membros da família Belo, que apresentaram aos estudantes a rotina e os desafios do trabalho no campo. Para Iedo Barros, ouvir diretamente do produtor sobre o dia a dia da atividade agropecuária é uma forma importante de incentivar os alunos. “Foi um momento especial, porque o produtor e o pecuarista compartilham sua experiência diretamente com os alunos. Isso serve como estímulo e aproxima os estudantes da realidade da profissão”, destacou.
Agradecimentos a toda hospitalidade da Família Belo
Outro ponto ressaltado pelo presidente do SINCODÓ foi a receptividade da família anfitriã. Os estudantes foram recebidos com um café da manhã e, posteriormente, com um almoço, demonstrando hospitalidade e apoio à formação acadêmica. “A família Belo recebeu os alunos com muito carinho. Prepararam um café da manhã e depois um almoço. Somos muito gratos por essa acolhida. Foi um dia muito proveitoso, especialmente pelo trabalho de campo realizado”, concluiu.
A atividade reforça a importância das aulas práticas na formação dos estudantes de Zootecnia, aproximando teoria e prática e contribuindo para a qualificação dos futuros profissionais do setor agropecuário.
durante a entrega de mais de mil títulos de propriedade por meio do programa “A Casa é Sua”, promovido pela gestão do prefeito Chiquinho FC, em Codó, o deputado estadual Francisco Nagib (MDB) destacou a origem dos recursos que viabilizam a ação.
Em entrevista ao jornalista Luciano Ferreira e ao radialista Daniel Sousa, o parlamentar afirmou que os investimentos destinados à documentação e à estrutura operacional do programa são provenientes de um fundo que estava inativo. Segundo Nagib, a liberação dos recursos ocorreu após articulação direta junto ao então ministro das Cidades, Jader Filho, em Brasília.
De acordo com o deputado, o Programa deve alcançar todos os bairros do município, incluindo a região do KM 17, ampliando o acesso à regularização fundiária para a população codoense de forma gratuita.