
Moradores da Rua Puraquê, nas proximidades do antigo clube Ray Cesar, no bairro Santa Terezinha, em Codó, enfrentam uma série de desafios relacionados ao fornecimento de água no ultimos dias e ao aumento expressivo nas contas. Nossa equipe de reportagem esteve no local e ouviu os relatos preocupantes dos residentes.
Segundo os moradores, a falta d’água tem sido uma constante, especialmente nos finais de semana. Eles reclamam que, quando o abastecimento é restabelecido, a pressão da água é insuficiente para realizar tarefas básicas limitando as atividades cotidianas.
Além disso, uma reclamação recorrente é o aumento exorbitante nas contas de água. Antes, o valor médio era de R$22,00 (vinte e dois reais), e agora, sem qualquer justificativa aparente, subiu para R$44,00 (quarenta e quatro reais). Os moradores destacam que não há hidrômetros para calcular o consumo individual, e o Serviço Autônomo de Água e Esgoto (SAAE) de Codó utiliza apenas estimativas para a cobrança, o que levanta preocupações sobre a transparência no processo.
Nos bastidores, informações sobre um possível acordo político entre o Prefeito Dr. Zé Francisco e o atual diretor do SAAE e ex-vereador, Chiquinho do SAAE, têm circulado. A suspeita é de que o aumento nas contas de água seja resultado desse acordo, causando impacto direto no bolso dos codoenses. A população critica a falta de ação dos vereadores diante dessa situação. “Pintando e bordando”.
Diante desse cenário, fica aqui o espaço para que o SAAE de Codó possa se posicionar e esclarecer a situação em relação aos problemas constantes enfrentados pelos moradores do bairro Santa Terezinha, especialmente na Rua do Puraquê, na região do antigo clube Ray Cesar. A comunidade aguarda respostas e soluções para essas questões que afetam diretamente a qualidade de vida dos residentes.
Com informações Blog codo noticias







Em dois dias de trabalho da Caravana Federativa, mais de 2,6 mil atendimentos foram realizados pelas equipes do Governo Federal no Maranhão. O espaço para os atendimentos foi o Centro de Comercialização de Produtos Artesanais (Ceprama), na Madre Deus, que recebeu mais de 350 funcionários de 40 órgãos federais e cerca de 180 representantes de prefeituras, o que corresponde a 82% dos 217 municípios maranhenses.
